quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Dow cria solução sustentável para redução de poeira em estradas não pavimentadas

ENGCONTROL será apresentado durante a FENASUCRO, feira internacional de tecnologia sucroenergética, que acontece em Sertãozinho, interior de São Paulo

Com informações da Ascom

A Dow, provedora de soluções que impactam na qualidade de vida das pessoas, com atuação em diversos segmentos, entre eles, transporte e infraestrutura, traz para o mercado brasileiro a tecnologia mais sustentável de controle de poeira em estradas de terra, o ENGCONTROL.

A solução, com tecnologia Dow, será apresentada durante a 22ª edição da FENASUCRO, que acontece de 26 a 29 de agosto, em Sertãozinho, região nordeste do Estado de São Paulo. O produto, quando aplicado, permite redução de poeira por horas subsequentes nas estradas não-pavimentadas de alto tráfego, pátios, pilhas de estocagem, minas e portos.

Em um comparativo com o tratamento usual com a aplicação somente de água, as vantagens da tecnologia são a melhoria na performance e durabilidade para supressão de partículas finas, redução de riscos de acidentes devido à baixa visibilidade, menor impacto nas comunidades vizinhas, proteção da qualidade do ar e a redução do consumo de água, combustível e emissão de CO2.

“Com foco somente na economia de água e combustível já teremos um ganho em termos de sustentabilidade. A redução pode chegar a 75% do consumo de água, além disso, o produto agrega vantagens logísticas, de segurança e  saúde devido a melhora na  qualidade do ar, através da redução das partículas em suspensão provenientes do movimento dos veículos em estradas não pavimentadas,  além da diminuição de custos de manutenção de estradas e veículos, aumentando assim vida útil dos equipamentos”, afirma Daisy de Sanctis, líder técnica para a Dow América Latina.

SERVIÇO

FENASUCRO (Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética)
Local: Centro de Convenções Zanini
Endereço: Avenida Marginal João Olézio Marques, Chácaras Recreio Planalto, Sertãozinho - SP
Data: 26 a 29 de agosto de 2014         
Horário: das 13hs às 20hs
Site: www.fenasucro.com.br

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O desafio logístico Central

José Adán Aguerri



De acordo com dados do Ministério da Integração Económica, nos últimos 10 anos, as importações e exportações Central (valores não incluem zona livre) aumentou de 39,3 bilhões de dólares para 86,3 bilhões de dólares, representando um crescimento perto de 120 por cento.

Por outro lado, o comprimento da estrada Central (incluindo estradas durante todo o tempo,, estação seca pavimentada, pavers e coberta), com figuras de estado na região entre 2004 e 2011, aumentou para 89,109 km para 100.573 quilômetros crescimento de 13 por cento. A área central é 423,895 quilômetros quadrados.

Se compararmos esse crescimento com o crescimento das importações e exportações no mesmo período 2004-2011, que foi de 108 por cento, o comércio está crescendo a uma taxa de sete vezes maior do que a infra-estrutura rodoviária na região.

De fato, as exportações da América Central para o mundo cresceu a uma taxa média anual de 11,1 por cento entre 2005 e 2012 também o comércio da América Central cresceu a uma taxa média anual de 9,5 por cento no mesmo período.

No entanto, apesar de ter crescido, os problemas de infra-estrutura, a burocracia eo resultado energia cara em maiores custos no preço final dos produtos, o que nos numa das regiões menos competitivas em todo o mundo faz.

Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Banco Mundial na região mostram que os custos de transporte representam entre 7 e 23 por cento do preço final.

Os custos dos procedimentos de fronteira e tempos médios de espera entre 10 e 12 por cento do preço final.

Entre 10 e 15 por cento do tempo de carga do veículo em trânsito corresponde à passagem das fronteiras. Em casos extremos, até cinqüenta por cento.

Isso resulta na transferência de mercadorias entre México-Guatemala border-San Jose tomar nada menos do que seis dias. Em média, o trânsito de mercadorias na América Central é entre 11 e 19 quilômetros por hora.

Para isto é preciso acrescentar que o transporte na região é fortemente afetada por problemas de insegurança. Como resultado, grande parte da mercadoria que atravessa a região faz apenas 6h00 - 18:00. Além disso, os custos de segurança da cadeia de abastecimento aumentaram 25 por cento entre 2008 e 2011, como o setor privado é obrigado a contratar sua própria segurança para garantir a transferência desta mercadoria, apesar de a aplicação da lei em cada país .

É importante ressaltar, que se reflete em um estudo recente da INCAE, os problemas não são apenas em infra-estruturas fronteiriças. Há problemas de gestão, entre os quais podemos citar, a falta de coordenação entre as autoridades dos países e entre entidades de um mesmo país, sistemas de informação pobres, pessoal, sem visão de serviço ao cliente, a falta de um parceiro ou de autoridade que aborda os problemas abrangente e falta de procedimentos claros dos utilizadores.

Todas estas questões são apresentadas aos presidentes da América Central na reunião de Punta Cana, já que apenas a vontade política destes pode avançar na busca de respostas para a região e as nossas indústrias precisam.

Somente através de um esforço coordenado entre o setor público, o setor privado e as agências multilaterais que podem ser eficazes. Há muitos esforços isolados feitos na região, sem resultados mais eficazes. Só vontade política podemos compartilhar esforços, definir prioridades, busca de recursos para atender às nossas exigências de mais infra-estrutura e facilitação.

Hoje temos quatro novos governos da região. A prioridade deve ser os novos governos compreender e enfrentar esta realidade em conjunto com os governos da Nicarágua e Guatemala.

Esta semana é um primeiro teste para os governos da América Central, a partir do compromisso adquirido na República Dominicana, e que será realizada em Manágua XXXIII Reunião do Conselho Setorial de Ministros dos Transportes da América Central (COMITRAN). Espero que os compromissos e as respostas dos Ministros dos Transportes.


No setor privado, estamos prontos para trabalhar juntos em busca dessas respostas. O autor é presidente da COSEP.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Com informações da Assessoria de Imprensa

Vendas B2B e área cresce oito vezes em três anos

Cenário tem atraído grandes corporações, como a Netshoes, que criou estratégia de vendas e incentivos corporativos para gerar crescimento acelerado e parcerias-chave para a loja virtual de artigos esportivos




Os serviços B2B (Business to Business) tem crescido vertiginosamente. Com isso, a Netshoes, reconhecida pela experiência de compra oferecidas aos seus consumidores, decidiu usar sua expertise para também avançar no ramo. Para isso, a empresa estruturou - em 2010 - uma área específica para impulsionar a venda de produtos e gerir programas de incentivos corporativos que atendem diversas empresas dos setores bancário, seguros, eletrônicos e outros.

De acordo com o CMO Juliano Tubino, "a área nasceu tímida e cresceu muito rapidamente. Em 2012, a Netshoes reestruturou os objetivos e investiu ainda mais pesado nesse segmento, a partir de 2013. Até o fim do ano passado, computamos um crescimento de 800% no volume de vendas por esse canal, se comparado ao primeiro ano".  
Um dos serviços oferecidos pela unidade de negócios é o Programa de Incentivos que cria lojas virtuais, desenvolvidas e administradas pela Netshoes, para os colaboradores e para clientes dos parceiros que podem comprar artigos esportivos e de lazer, receber descontos exclusivos, gift cards e até desfrutar de programas de pontos para realizar trocas de produtos como Multiplus e Dotz. Com isso, por meio do B2B, a Netshoes passou a impactar milhões de potenciais novos consumidores mensalmente, que participam de programas de fidelidade como Ipiranga, Itaucard, Porto Seguro e Bradesco. Atualmente, o serviço representa mais de 75% das demandas B2B.

E, seguindo a sua cultura de oferecer uma experiência única ao consumidor, a Netshoes busca personalizar as lojas virtuais de acordo com a necessidade, objetivo e tempo desejado pelo parceiro. “No total, temos - hoje - mais de 120 lojas virtuais por meio dessas parcerias. Por exemplo, temos parceria com o programa Km de Vantagens Ipiranga. Outro exemplo é dos colaboradores do Itaú que podem acessar uma loja exclusiva com descontos”, completa Juliano Tubino.

Já o outro braço da área - de vendas corporativas - está relacionado com demandas pontuais das companhias. A Netshoes pode realizar vendas de grandes volumes com condições comerciais diferenciadas, produzir kits exclusivos ou até mesmo ser parceiro em promoções das empresas com seus clientes de todo o Brasil. “Já observamos fidelização. Agora, estamos trabalhando para equalizar os dois braços de negócios e faremos um maior esforço na área de vendas”, diz o CMO.

Os dois braços de negócios atendem todos os segmentos, sendo que o farmacêutico e o automobilístico foram traçados como focos para 2014. “Nossa meta é manter o crescimento acelerado nos próximos dois anos. Desejamos ser lembrados como referência em e-commerce de artigos esportivos para os consumidores e também para as empresas, sempre com o foco em oferecer a melhor experiência de compra e serviço”, conclui Tubino.




Com informações da Assessoria de Imprensa.

Novo Fox traz recursos tecnológicos inovadores no segmento e a evolução do design mundial da Volkswagen
 




 
Mais moderno, atraente e sofisticado, o Novo Fox chega como o veículo com mais recursos de tecnologia de seu segmento. O modelo, que revolucionou o mercado nacional e criou uma categoria inédita no País, começa a chegar nos próximos dias às mais de 630 concessionárias da Volkswagen. Fabricado em São José dos Pinhais (PR), o Novo Fox passa a oferecer ainda mais recursos de segurança e itens de conforto que geralmente são encontrados em veículos de categorias superiores.

Entre os destaques do Novo Fox estão o controle eletrônico de estabilidade (ESC), a ampla gama de motores e transmissões – incluindo o novo motor 1.6l MSI e o inédito câmbio manual de seis marchas –, o sistema park pilot (com sensores de estacionamento dianteiro e traseiro), o easy trunk (sistema elétrico de abertura elétrica da tampa do porta-malas pelo logotipo da Volkswagen), o easy drive (direção com assistência elétrica) e os faróis de neblina com luz de conversão estática (cornering light). Há, ainda, bloqueio eletrônico do diferencial (EDS), controle de assistência de partida em rampa (HHC), sistema de navegação embutido no painel RNS315, controle de tração, entre outros.

Evolução do design global – A característica mais marcante na frente do Novo Fox são os faróis, mais inclinados. Agora, uma linha cromada horizontal divide toda a frente do veículo, tangenciando a parte inferior dos faróis, característica adotada também no Novo Golf. Assim como na dianteira, todos os componentes da parte de trás do Novo Fox são novos. O que mais chama a atenção são as lanternas, que estão maiores em comparação ao modelo anterior (e em posição horizontal). O novo conjunto ótico passa a ser duplo e dividido entre a lateral do veículo e a tampa do porta-malas. Outra novidade é o Easy Trunk (“schwenkemblem”), sistema de abertura elétrica da tampa do porta-malas pelo logotipo da Volkswagen, como já ocorre no CC e no Passat. O Novo Fox traz também um interior mais moderno e sofisticado.

Quatro versões, quatro motores, três transmissões - O Novo Fox recebe a nomenclatura global da Volkswagen para denominar suas versões. Com isso, o modelo passa a ser oferecido em quatro configurações (Trendline, Comfortline, Highline e BlueMotion). Essas versões contam com três configurações de câmbio e quatro opções de motorização. Todos os conjuntos mecânicos têm calibração específica para atender da melhor forma possível a proposta da versão na qual são aplicados. Ao todo são oito combinações possíveis: a maior oferta de versões, motores e transmissões do segmento. O Novo Fox Trendline, versão de entrada, e Novo Fox Comfortline, configuração intermediária, podem ser equipados com os motores 1.0l TEC (de até 76 cv) e 1.6l MSI (de até 104 cv), ambos de quatro cilindros em linha.

Novo motor 1.6 MSI, da família EA211 -
 Outro destaque é a chegada do novo motor 1.6l MSI, da família EA211, na linha Fox. Com até 120 cv (etanol), o novo motor 1.6l MSI está disponível para a versão Highline. Esse motor conta com quatro válvulas por cilindro, sistema de partida a frio aquecida (que dispensa o tanque auxiliar de combustível), coletor de escape integrado ao cabeçote, bloco e cabeçote de alumínio, comando variável de válvulas, duplo circuito de arrefecimento e duplo comando válvulas integrado à tampa do cabeçote. Além da nova motorização, o Novo Fox Highline conta ainda com a opção da transmissão automatizada I-Motion com a versão 2 de aplicação do software de gerenciamento eletrônico, que proporciona trocas de marcha ainda mais suaves e precisas.

Inédito câmbio manual de seis marchas – O Novo Fox Highline traz de série  a inédita transmissão manual de seis marchas, tornando-se o primeiro modelo Volkswagen produzido no Brasil com esse recurso e exclusivo no segmento. Desenvolvida tendo como base a caixa manual de cinco marchas MQ200-5F (reconhecida pela sua precisão de funcionamento), a nova transmissão de seis marchas (MQ200-6F) é apenas 4,2 centímetros maior e tem 3,2 kg a mais do que a MQ200-5F, que tem 33,5 kg. Tendo como principais objetivos a performance, a economia de combustível e a excelência em funcionamento, o novo câmbio manual de seis marchas mantém as relações de 1ª a 5ª marchas da transmissão MQ200-5F, mas com a relação do diferencial mais curta (passando de 4,188:1 para 4,357:1).

Novo motor 1.0l de três cilindros -
 O Novo Fox BlueMotion é equipado com o premiado motor 1.0l de três cilindros, da família EA211. Ele tem potência de 75 cv (55 kW) a 6.250 rpm, quando abastecido com gasolina, e de 82 cv (60 kW) à mesma rotação, com etanol. Assim como o novo motor 1.6l MSI de até 120 cv, da família EA211, o motor 1.0l de três cilindros conta com quatro válvulas por cilindro, sistema de partida a frio aquecida (que não utiliza o tanque auxiliar de combustível), coletor de escape integrado ao cabeçote, bloco e cabeçote de alumínio, comando variável de válvulas, duplo circuito de arrefecimento e duplo comando válvulas integrado à tampa do cabeçote.

Equipamentos inéditos - Desde a versão de entrada, Trendline, é de série a direção com assistência elétrica Easy Drive, que, além do excelente conforto, traz como principal vantagem em relação aos sistemas de assistência hidráulica o fato de só demandar energia quando necessário. A lista de itens de série do Novo Fox Trendline conta, ainda, com vidros dianteiros com acionamento elétrico, travamento central, coluna de direção ajustável em altura e distância, chave canivete, seis alto-falantes, antena de teto e faróis duplos. Outro recurso exclusivo no segmento é o Park Pilot, sensor de aproximação de obstáculos traseiros e dianteiros, disponível já a partir da versão intermediária Comfortline. O Novo Fox oferece também os faróis de neblina com luz de conversão estática (cornering light), recurso que amplia a área iluminada em curvas feitas em velocidade igual ou inferior a 40 km/h. Sempre que os faróis estiverem ligados (fachos alto ou baixo) e a seta for acionada ou o motorusta girar o volante, o farol de neblina do lado correspondente ao que o veículo estiver virando é acionado automaticamente.

Sistema de navegação embutido no painel - Outro recurso inédito na linha Fox é a possibilidade de equipar a versão Highline com o rádio navegador RNS315, o mesmo que equipa a linha Passat, CC e Tiguan. O RNS315, na verdade, é uma central multimídia, pois conta com tela sensível ao toque de 5,5 polegadas, sistema Bluetooth integrado, receptor AM/FM com RDS, CD Player com MP3 e WMA e entrada auxiliar de áudio. Também possui um slot para SD-cards, que podem reproduzir mapas de navegação ou arquivos de música em formato MP3, por exemplo.

ESC - Controle eletrônico de estabilidade – O Novo Fox pode ser equipado na versão topo de linha Highline com sistema de controle eletrônico de estabilidade (ESC). O sistema reconhece um estágio inicial de que uma situação de rodagem crítica essa para acontecer. Compara os comandos do motorista com as reações do veículo a esse comando. Se necessário, o sistema reduz o torque do motor e freia uma ou várias rodas até atingir a condição de estabilidade.

ASR (Antriebsschlupfregelung) – Controle de tração - O sistema auxilia o motorista a arrancar ou acelerar o veículo sobre um piso de baixa aderência, graças a uma série de sensores e uma central eletrônica. O sistema atua gerenciando o torque motriz e a frenagem individual da roda que destraciona, auxiliando na aderência dos pneus em qualquer condição de utilização.

TC (M-ABS) – O Traction Control ou Controle de tração tem a função de reduzir o escorregamento das rodas durante a aceleração ou quando o veículo começa a destracionar, em curvas acentuadas, controlando eletronicamente o torque do motor. O TC (M-ABS) está disponível de série para o Novo Fox Highline.

EDS (Elektronische Differenzialsperre) – Bloqueio eletrônico do diferencial – Em trilhas ou em situação de baixa tração em uma das rodas motrizes, o bloqueio eletrônico do diferencial aciona o freio da roda com menor tração, transferindo o torque para a roda com maior tração, proporcionando assim melhor eficiência à saída do veículo. Esse sistema de “tração inteligente” funciona de forma automática, sem necessidade de o motorista acionar um botão no painel. Além disso, o sistema atua em curvas e em velocidade de até 80 km/h.

HHC (Hill Hold Control) ou controle de assistência de partida em rampa – Em aclives acima de 5%, o sistema mantém o veículo freado por até 2 segundos, após o motorista aliviar o pedal do freio. Os freios são liberados progressivamente durante a aceleração, permitindo a partida do veículo com mais conforto e tranquilidade em rampas.

HBA – Função adicional do sistema ESC, o BAS (Brake Assist System ou Sistema de assistência à frenagem) é outro recurso inédito na linha Fox. O módulo do ABS e do ESC reconhece, por meio da velocidade e força de acionamento do pedal de freio, que se trata de uma condição de frenagem de emergência. Nesse momento, o sistema aumenta a pressão no circuito hidráulico e a força de atuação das pinças de freio, buscando a condição ideal de funcionamento do ABS para reduzir o espaço de frenagem.

Sistema de freios mais avançado – O Novo Fox Highline conta com freios a disco nas rodas dianteiras com 280 mm de diâmetro. Além de ser mais eficiente, esse sistema confere mais conforto ao motorista, uma vez que os novos freios demandam 15% menos força para realizar a mesma desaceleração. Esse sistema traz maior resistência ao efeito de fading (perda de eficiência causada por aquecimento após frenagens sucessivas), o que mostra um excelente comportamento térmico.

Versatilidade para acomodar até 1.016 litros - O modelo tem 3,86 metros de comprimento, 1,66 metro de largura e 1,55 metro de altura e acomoda com conforto cinco adultos. O espaço que oferece para a cabeça é algo raro em um carro com essas dimensões: são 995 mm para os que ocupam os bancos dianteiros e 964 mm no banco de trás, proporcionando excelente espaço para ocupantes de maior estatura. Isso sem falar na modularidade dos bancos. Com o assento traseiro rebatido e deslizado à frente, o volume até a altura do porta-pacote é de 663 litros. Nessa mesma situação, porém medindo até o teto, o volume interno da parte de trás da cabine do Novo Fox é de 1.016 litros, uma capacidade impressionante para um veículo compacto.

Dez anos de sucesso absoluto - O Fox é o segundo carro mais vendido da Volkswagen no Brasil, entre os automóveis de passeio. Apresentado em outubro de 2003, o Fox acumula mais de 1.800.000 unidades produzidas até julho de 2014. Graças ao seu sucesso no mercado, o Fox serviu como base para uma família de veículos, dando origem ao CrossFox, em 2005, ao SpaceFox, em 2006, e ao Space Cross, em 2011. Desenvolvido no Brasil, e por brasileiros, o modelo Volkswagen foi projetado “de dentro para fora”, com uma técnica que recebeu o nome de Designed Around the Passenger. Essa é a primeira de tantas outras inovações que o Fox acumulou ao longo de sua primeira década no Brasil.